quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

24 horas na vida de uma mulher


*Foto- Stefan e Elizabeth Zweig: suícido em terras tupiniquins, a nova moda vienense...Freus explica*
Livro publicado recentemente pela editora LP&M Pocket numa edição prática e barata, a obra de um dos escritores favoritos de Freud dá nome ao post.


A história de uma viúva é narrada por ela própria a um desconhecido.O hotel em que as personagens se encontravam é o cenário do motor que impulsiona os fatos seguintes: a fuga de uma mulher casada com um galante anônimo. O julgamento que os hóspedes do hotel fizeram sobre a atitude passional dessa pobre mulher, que abandonou as filhas ainda crianças e o marido, para viver uma tórrida paixão proibida com um recém-conhecido que havia conquistado a simpatia de todos no recinto( afinal, um francês, simpático, bem apessoado e prestativo ,chamaria memso a atenção em qualquer lugar) motivou a senhora distinta a fazer confissões ao narrador da trama, aliás, a narrativa é dividida em dois

momentos, a fala da viúva em momentos de confissão , e os comentários ácidos do "narrador-personagem oficial".


24 horas na vida de uma mulher , título relacionado ao drama da viúva, que após a morte do marrido faz algo semelhante a mulher do hotel: vive um romance avassalador, com duração exata de 24h infernais, com um viciado em jogo que ela havia conhecido ( em todos os sentidos) num Cassino, é uma das histórias mais conhecidas do escritor vienense e também carioca, que para surpresa de muitos se suicidou com a esposa em Petropólis, onde moraram por um longo perído.

Entretanto, o objetivo principal não é resenhar , resumir ou fazer qualquer tipo de análise da obra extremamente psicológica e descritiva de Zweig, o queridinho de Freud e diversos outros intelectuais, mas sim contar o meu mais recente drama: como sobreviver às 24 horas que se seguem antes do meu retorno ao lar...resumindo, tô de férias, galera!!!!!!!

Um comentário:

Caio Neves disse...

muito interessante... IREI COMPRAR imediatamente.